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Há uma portuguesa entre as europeias mais inovadoras

Débora Andreia Campelo Campos, fundadora e CEO da AgroGrin Tech, venceu em Liderança Feminina EIT.

Há uma portuguesa entre as mulheres europeias mais inovadoras. Débora Andreia Campelo Campos, fundadora e CEO da AgroGrin Tech, venceu em Liderança Feminina EIT, no Prémio Europeu Mulheres Inovadoras, uma iniciativa conjunta do Conselho Europeu de Inovação (CEI) e do Instituto Europeu de Inovação e Tecnologia (EIT).

“Há 11 anos que celebramos mulheres excecionais, que impulsionam a inovação e o empreendedorismo por toda a Europa. As suas ideias arrojadas e a sua liderança, estão a quebrar barreiras e a inspirar gerações futuras. Espero que o sucesso destas mulheres encoraje mais mulheres, na Europa e além Europa, a apostarem na inovação e a assumirem um papel de liderança”, diz Ekaterina Zaharieva, Comissária Europeia para Startups, Investigação e Inovação, citada em comunicado.

A vencedora portuguesa, fundadora e CEO da AgroGrin Tech, startup que conta com o apoio do EIT Food, desenvolveu “um processo inovador e ecológico para transformar resíduos industriais de fruta em ingredientes alimentares funcionais“, tendo sido reconhecida com o prémio Liderança Feminina EIT, destinada a membros excecionais da Comunidade do EIT. Recebeu um prémio de 50 mil euros.

As finalistas na categoria, Olesja Bondarenko (Estónia) – cofundadora e CEO da Nanordica Medical, “que desenvolve produtos para o tratamento de feridas baseados em nanotecnologia, que ajudam a prevenir infeções e promovem a cicatrização” — e Elizabeth McGloughlin (Irlanda) – cofundadora e CEO da Tympany Medical, “cuja tecnologia de endoscopia de ângulo variável aprimora os resultados, tanto dos pacientes, como dos sistemas de saúde” — receberam 30 mil e 20 mil euros, respetivamente.

Outras empreendedoras foram igualmente reconhecidas neste prémio que destaca o papel das mulheres “na promoção de mudanças transformadoras e no crescimento impulsionado pela inovação” na União Europeia e países associados ao Horizonte Europa. Em onze edições, mais de 30 mulheres inovadoras e empreendedoras foram reconhecidas, e mais de 100 mulheres selecionadas enquanto finalistas.

Agnès Arbat (Espanha) – cofundadora da Oxolife, que desenvolve medicamentos para “melhorar a fertilidade, com destaque para o aumento da eficácia na implantação do embrião e na simplificação dos tratamentos de infertilidade” — venceu em “Mulheres Inovadoras” tendo recebido um prémio de 100 mil euros.

Enquanto as finalistas na categoria Rhona Togher (Irlanda) – cofundadora com Eimear O’Carroll, da Lios, que desenvolveu o SoundBounce, um material acústico inteligente que oferece uma “redução de ruído até quatro vezes mais eficaz em menos espaço, sendo 40% mais leve” com aplicações nas indústrias da construção, automóvel, aeroespacial e de eletrodomésticos — e Fanny Bardé (França/Bélgica) – fundadora da SOLiTHOR, que desenvolve “baterias de estado sólido de nova geração, utilizando um eletrólito sólido não inflamável e amigo do ambiente” — receberam um prémio de 70 mil e 50 mil euros, respetivamente.

Na categoria Inovadoras em Ascensão (para inovadoras com menos de 35 anos) o prémio de 50 mil euros foi para a francesa Camille Bouget, cofundadora da Scienta Lab, uma plataforma de inteligência artificial (IA), “desenvolvida para responder às necessidades terapêuticas das doenças autoimunes”.

As finalistas Claudine Adeyemi-Adams (Reino Unido) — fundadora da Earlybird, uma plataforma IA, que “reforça o apoio ao emprego, envolvendo os participantes em conversas por voz e fornecendo aos consultores informações e recomendações, de forma a prestarem uma assistência mais personalizada” — e Héloïse Mailhac (França) – cofundadora da STH BIOTECH, empresa que desenvolveu a SATIVITRO, “uma plataforma de bioprodução in vitro, que aumenta o rendimento e a acessibilidade de canabinoides raros para investigação farmacêutica, através do cultivo controlado em biorreatores” — receberam, respetivamente, 20 mil e 30 mil euros.

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